quarta-feira, 29 de outubro de 2008



Formação para agentes pastorais e animadores de grupos juvenis


Técnicas de comunicação ao serviço das vocações


Usar meios mais acessíveis e em correspondência com as características próprias do “público-alvo”, num contexto da proposta vocacional que hoje em dia se faz aos jovens, foi o objectivo da acção de formação que no último fim-de-semana decorreu no Funchal, organizada por várias entidades ligadas à Igreja diocesana e com o contributo de especialistas.


A iniciativa reuniu 22 participantes (agentes da pastoral juvenil, animadores de grupos de jovens e catequistas), e procurou sensibilizar para o uso de “técnicas de marketing” no campo das vocações religiosas. Uma equipa de especialistas, coordenada pelo dr. Carlos Liz (assessor da Comissão da Pastoral das Vocações da CIRP/FNIS), abordou variada temática, desde o “conhecimento mais aprofundado da procura, concretamente dos jovens portugueses como um todo e em particular dos que estão na zona de influência da Igreja e dos seus movimentos”; passando pela “qualidade das relações entre pessoas e organizações, como plataforma de criação de mais valor, condição de diálogo frutuoso reflectindo o posicionamento cristão”; até ao “saber comunicar com os diferentes públicos, conhecendo as linguagens contemporâneas, os meios disponíveis e sua adequabilidade a diferentes grupos e a diferentes mensagens”.Esta “acção de sensibilização foi bastante útil e mereceu da parte de todos os participantes o máximo interesse”, disse ao Jornal da Madeira o Pe. Juan Marques Noite (sacerdote dehoniano), um dos promotores desta actividade que decorreu na Escola da APEL.“O importante é conhecer bem os jovens, em todas as suas características, para que também a proposta vocacional seja mais e melhor atendida”, disse. In JM